Saiba como será no Brasil Eclipse solar que irá cobrir o sol totalmente nos EUA

sol-negro-nazismo01Daqui a 10 dias, no dia 21 de agosto, os moradores de uma faixa central de terra dos Estados Unidos verão um SOL NEGRO  durante cerca de três minutos. É o eclipse solar total, um dos fenômenos mais aguardados pela agência espacial americana (NASA) neste ano. Este é o segundo e último eclipse solar registrado neste ano: o primeiro ocorreu em 26 de fevereiro. Era do tipo anular, quando há uma faixa de luz ao redor do sol, formando uma espécie de um “anel de fogo”.

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Eclipse solar irá cobrir o sol completamente nos EUA; veja como será no Brasil. No dia 21, raro fenômeno deverá juntar milhões de pessoas na América do Norte.

Fonte: http://g1.globo.com/

Daqui a 10 dias, no dia 21 de agosto, os moradores de uma faixa central de terra dos Estados Unidos verão um sol negro durante cerca de três minutos. É o eclipse solar total, um dos fenômenos mais aguardados pela agência espacial americana (NASA) neste ano. No Brasil, ele será visto de forma parcial — quanto mais ao Norte, mais coberto estará o sol.

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A faixa central, com largura em torno de 90 quilômetros, assinalada no mapa, é a região dos EUA em que a escuridão será total. Algo que passou desapercebido, até o momento, pelos analistas, é que a área de escuridão total do eclipse passa pelo vulcão de YELLOWSTONE

A última vez que a maioria dos norte-americanos experimentou um eclipse total foi em 1991. Neste ano de 2017, de acordo com a NASA, o fenômeno poderá ser observado por cerca de 500 millhões de pessoas de forma total ou parcial: 391 milhões nos Estados Unidos, 35 milhões no Canadá e 119 milhões no México (além da América Central e parte da América do Sul).

O trecho mais intenso para a observação vai de Lincoln Beach, em Oregon, na costa do Pacífico, até Charleston, na Carolina do Sul, na costa do Atlântico. Nesta região, o sol ficará completamente NEGRO durante pouco tempo: 2 minutos e 40 segundos — a transição completa será de mais de 4 horas.

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O eclipse solar total que atravessará a América no auge deste (em 21 de agosto) verão – um evento que aconteceu por último há 99 anos – será um momento importante para observadores científicos, astrônomos e um enorme evento para espectadores a nível nacional. Também, para muitas pessoas de fé (ou apenas crédulos), será uma prova da majestade de deus – e até mesmo, para alguns, um prenúncio do fim do mundo (o início do colapso de um sistema e o começo de outro).

A expectativa está grande. Milhares de hoteis estão lotados na faixa de terra em que ocorrerá a escuridão e eventos estão com ingressos esgotados há meses. A pesquisa “eclipse 2017” no Google produziu mais de 35 milhões de acessos.

No topo do Brasil, no Monte Caburaí, o eclipse será parcial: cerca de 50% de escuridão. O trecho contemplado pela penumbra chega até Brasília, mas com apenas 1,96%. Nestas regiões com baixo índice, os observadores podem, talvez, notar apenas uma diminuição do brilho do sol.

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Mais de perto

Este é o segundo e último eclipse registrado neste ano: o primeiro ocorreu em 26 de fevereiro. Era do tipo anular, quando há uma faixa de luz ao redor do sol, formando uma espécie de um “anel de fogo”. Ele foi visto no Pacífico, no Chile, na Argentina, na África.

VEJA se sua cidade terá alguma % de obscuridão do eclipse

Em 2018, a Terra não terá eclipses totais — em que o sol é totalmente coberto. O próximo ocorre em 2 de julho de 2019 e mais perto: terá mais abrangência no Brasil e seu trajeto de escuridão será na América do Sul.


 “Haverá muitas mudanças dramáticas no clima do planeta, muitas mudanças nas condições meteorológicas  na medida em que o TEMPO DA GRANDE COLHEITA se aproxima RAPIDAMENTE ao longo dos próximos anos. 

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Você vai ver a velocidade do vento em tempestades ultrapassando 300 milhas (480 quilômetros) por hora, às vezes.

Deverão acontecer fortes tsunamis e devastação generalizada NAS REGIÕES COSTEIRAS, e emissão de energia solar (CME-Ejeção de Massa Coronal do Sol)  que fará  importante fusão e derretimento das calotas de gelo nos polos, e subseqüente aumento drástico no nível do mar, deixando muitas áreas metropolitanas submersas em todo o planeta“. Saiba mais AQUI 


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